quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Há pouco, na Sic Notícias...

... os quatro elementos do Gato Fedorento admitiam que não atingiram os seus objectivos em alguns episódios do “Diz que é uma espécie de Magazine”. Que houve semanas em que o programa quase não teve graça. Que é difícil manter o nível de qualidade perante a exigência de produzir humor semanalmente.

É bom ver que, apesar do sucesso, estes humoristas continuam a ter humildade e sentido crítico. Sempre preferi as séries de sketches ao “Diz que é uma espécie de Magazine”. Acho muito mais piada ao Gato Fedorento non sense do que àquele que brinca com a actualidade. Claro que é sempre engraçado ver o RAP a imitar o Valentim Loureiro ou o Sócrates. Claro que o sketch do Marcelo Rebelo de Sousa é fantástico. Mas estes são apenas alguns momentos bons no meio de várias actuações medíocres. Havia programas em que quase não me ria, o que era impensável na altura das saudosas séries Fonseca e Meireles.

No entanto, a maioria dos portugueses parece discordar da minha opinião. E no próximo domingo, lá vamos ver o Gato Fedorento a parodiar a política nacional. Nesta altura, especula-se sobre a identidade de “Zé Carlos”, o indivíduo que vai dar nome ao programa. Ora eu, assim de repente, lembro-me deste Zé Carlos, da altura em que o Gato Fedorento tinha muita piada:





Mas o sketch mais marcante de todas as séries é, definitivamente, o que se segue. Não sei se será o melhor de todos, porque não consigo escolher o meu preferido entre tantos que gosto. Mas este é, sem dúvida, o sketch que mais vezes vi. E rio-me sempre, apesar de já saber as piadas todas de cor...

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