Nova Iorque. 9h30 da manhã. Metro lotado. Patrick Moberg vê a mulher dos seus sonhos. Era ela, bastou um olhar para perceber. Uma visão curta, já que a rapariga rapidamente se perdeu na múltidão do metro.
Este podia ser o início de um qualquer filme lamechas hollywoodesco. O final era óbvio: o rapaz faria tudo para encontrar a menina, conheciam-se, casavam e viviam felizes para sempre.
Na vida real, as coisas seriam diferentes: provavelmente, o rapaz nunca mais ia ver a moça, esquecia-se dela passado poucas horas e, daí a dias, voltava a encontrar a mulher dos seus sonhos num qualquer espaço público.
No entanto, há tontos para tudo. Um americano encontrou a rapariga da sua vida no metro, desenhou-a, e colocou o esboço numa página da internet criada propositadamente para o efeito. Bastaram 48 horas para para Patrick Moberg localizar a sua deusa.
Sim, o mundo é pequeno.
Sim, vivemos numa espécie de big brother constante.
Sim, na internet "tem tudo".
Mas... sou só eu a pensar que o senhor pode ter localizado a pessoa errada e nem se ter apercebido? Afinal, ele viu-a por breves instantes e deve haver centenas de pessoas que se assemelham ao desenho. Uma qualquer cibernauta pode ter achado que era a sua oportunidade de "desencalhar" e fingido ser e menina do metro. O rapaz - que não deve regular muito bem, para encontrar a mulher dos seus sonhos a qualquer esquina - nem duvidou.
Estes americanos andam a ver filmes a mais.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
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