O envelope trazia um livrinho-cábula de orações e um terço, que deve estar incluído no pacote do curso. O livro é pequenino mas está lá tudo, do Pai Nosso à Salvé Rainha, dos Mistérios Luminosos aos Mistérios Dolorosos (o que é isso?). Mais: foi com este livrinho – e apesar de ter frequentado a catequese durante (demasiados) anos – que aprendi a rezar o terço. Quer dizer, ainda não experimentei, mas pelo menos já sei a teoria. Não parece difícil:

As testemunhas de Jeová costumam tocar às campainhas para anunciar a Palavra. A igreja Católica decidiu seguir as pisadas da concorrência, mas foi mais matreira. É que, quando nos tocam à campainha, podemos largar um “não estou interessada, obrigada” ou um “estava mesmo para sair, estou com muita pressa” pelo intercomunicador. Às cartas, não há como dizer que não. Aparecem no meio das facturas da água e da luz, com ar sério, e, pimba, quando damos por nós já estamos de terço na mão a tentar perceber porque é que o Rosário é a oração da paz. Quem disse que a Igreja não percebe de marketing?
1 comentário:
Abençoados sejam, não os senhores da Igreja que nos ensinam (e tanto que nós precisamos de aprender) tudo sobre a vida de Deus/Jesus e o que fazer para ir para junto dele(s), mas sim os senhores que inventaram os crepes de chocolate. E o Beethoven. Senão nunca teríamos um Beethoven de chocolate. Abençoados sejam.
;)
Aleluia que estava a ver que vocês se tinham chateado com a blogosfera...
Bj!!
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